terça-feira, 5 de janeiro de 2016

A Palavra Genuína de Deus


Nessa postagem, não nos prolongaremos muito, pois para JESUS CRISTO fazer maravilhas, BASTA APENAS UMA PALAVRA... 

Assim como está escrito em Mateus 8:8 -"Senhor, não mereço receber-te debaixo do meu teto. Mas dize apenas uma palavra, e o meu servo será curado." Mas, Jesus não quer apenas te dá o que você precisa, Ele quer entrar em tua vida, em tua casa e em teu coração para sempre. Acompanhe a leitura abaixo, e veja alguns dos milagres que Jesus realizou, e que ainda pode realizar em sua vida:



"Quando ele desceu do monte, grandes multidões o seguiram.
Um leproso, aproximando-se, adorou-o de joelhos e disse: "Senhor, se quiseres, podes purificar-me! "
Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: "Quero. Seja purificado! " Imediatamente ele foi purificado da lepra.
Em seguida Jesus lhe disse: "Olhe, não conte isso a ninguém. Mas vá mostrar-se ao sacerdote e apresente a oferta que Moisés ordenou, para que sirva de testemunho".
Entrando Jesus em Cafarnaum, dirigiu-se a ele um centurião, pedindo-lhe ajuda.
E disse: "Senhor, meu servo está em casa, paralítico, em terrível sofrimento".

Jesus lhe disse: "Eu irei curá-lo".

Respondeu o centurião: "Senhor, não mereço receber-te debaixo do meu teto. Mas dize apenas uma palavra, e o meu servo será curado.
Pois eu também sou homem sujeito à autoridade, com soldados sob o meu comando. Digo a um: ‘Vá’, e ele vai; e a outro: ‘Venha’, e ele vem. Digo a meu servo: ‘Faça isto’, e ele faz".
Ao ouvir isso, Jesus admirou-se e disse aos que o seguiam: "Digo-lhes a verdade: Não encontrei em Israel ninguém com tamanha fé.
Eu lhes digo que muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no Reino dos céus.
Mas os súditos do Reino serão lançados para fora, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes".
Então Jesus disse ao centurião: 'Vá! Como você creu, assim lhe acontecerá!' Na mesma hora o seu servo foi curado.
Entrando Jesus na casa de Pedro, viu a sogra deste de cama, com febre.
Tomando-a pela mão, a febre a deixou, e ela se levantou e começou a servi-lo.
Ao anoitecer foram trazidos a ele muitos endemoninhados, e ele expulsou os espíritos com uma palavra e curou todos os doentes.
E assim se cumpriu o que fora dito pelo profeta Isaías: "Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças".
Quando Jesus viu a multidão ao seu redor, deu ordens para que atravessassem para o outro lado do mar.
Então, um mestre da lei aproximou-se e disse: 'Mestre, eu te seguirei por onde quer que fores'.
Jesus respondeu: 'As raposas têm suas tocas e as aves do céu têm seus ninhos, mas o Filho do homem não tem onde repousar a cabeça'.
Outro discípulo lhe disse: 'Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar meu pai'.
Mas Jesus lhe disse: 'Siga-me, e deixe que os mortos sepultem os seus próprios mortos'.
Entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram.
De repente, uma violenta tempestade abateu-se sobre o mar, de forma que as ondas inundavam o barco. Jesus, porém, dormia.
Os discípulos foram acordá-lo, clamando: 'Senhor, salva-nos! Vamos morrer!'
Ele perguntou: "Por que vocês estão com tanto medo, homens de pequena fé? 'Então ele se levantou e repreendeu os ventos e o mar, e fez-se completa bonança.
Os homens ficaram perplexos e perguntaram: 'Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem?'"



Ainda no início do capítulo vemos Jesus realizando milagres com apenas uma ordem, uma palavra: "Quero!", e o leproso foi curado! No verso 8, acontece algo semelhante, um centurião cheio de fé se aproxima de Jesus e conta a situação que enfrenta, um servo seu estava doente, e ele acreditava que Jesus o podia curar, ele estava certo.
Duas coisas fizeram aquele centurião obter vitória:

1) A fé
2) A humildade

1) Ele teve fé tamanha que foi até Jesus, e falou: "Basta uma palavra Senhor, para que meu servo seja curado!", Jesus admirou-se e disse aos que o seguiam: "Digo-lhes a verdade: Não encontrei em Israel ninguém com tamanha fé." (Mateus 8:10)
2) Ele foi humilde quando disse a Jesus: "Senhor não sou digno de ti, não sou digno que estejas em minha casa." A atitude daquele homem moveu o coração de Jesus:


"Então Jesus disse ao centurião: "Vá! Como você creu, assim lhe acontecerá! " Na mesma hora o seu servo foi curado."


Este milagre, não impediu Jesus de abençoar outras pessoas como podes ver no decorrer do capítulo, pois Ele não é limitado, Seu poder não tem fim. A sua crucificação, e seu sacrifício foi para salvar todo o mundo, foi para que todos conhecessem a Deus. A partir de Jesus, podemos ser salvos, ser curados, agraciados... Alguns de nós sofreram e sofrem perseguições, mas nada nos separará do amor de Deus. 
Muitos seguiam a Jesus por curiosidade, para obter alguma vantagem (milagres, outros achavam que ele era um forte político...), e outros seguiam a Jesus por amor, porque Ele era seu mestre. 
Aqueles que seguem a Jesus e pratica o que Ele ensinou, certamente estará com Ele no tempo vindouro, mesmo que aqui seja perseguido. Sabendo que Jesus foi crucificado sem reclamar, e amou seus perseguidores, difícil tarefa que Jesus nos ensinou, mas se quisermos a Deus, precisamos cumprir o que Jesus nos ensinou: ONDE ESTIVERMOS!

Pregue o AMOR!


"Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus,porque por meio de Cristo Jesus a lei do Espírito de vida me libertou da lei do pecado e da morte.

Porque, aquilo que a lei fora incapaz de fazer por estar enfraquecida pela carne, Deus o fez, enviando seu próprio Filho, à semelhança do homem pecador, como oferta pelo pecado. E assim condenou o pecado na carne, 

a fim de que as justas exigências da lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito. 
Quem vive segundo a carne tem a mente voltada para o que a carne deseja; mas quem, de acordo com o Espírito, tem a mente voltada para o que o Espírito deseja. 
A mentalidade da carne é morte, mas a mentalidade do Espírito é vida e paz; 
a mentalidade da carne é inimiga de Deus porque não se submete à lei de Deus, nem pode fazê-lo. 
Quem é dominado pela carne não pode agradar a Deus. 
Entretanto, vocês não estão sob o domínio da carne, mas do Espírito, se de fato o Espírito de Deus habita em vocês. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo. 
Mas se Cristo está em vocês, o corpo está morto por causa do pecado, mas o espírito está vivo por causa da justiça. 
E, se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos habita em vocês, aquele que ressuscitou a Cristo dentre os mortos também dará vida a seus corpos mortais, por meio do seu Espírito, que habita em vocês. 
Portanto, irmãos, estamos em dívida, não para com a carne, para vivermos sujeitos a ela. 
Pois se vocês viverem de acordo com a carne, morrerão; mas, se pelo Espírito fizerem morrer os atos do corpo, viverão, 

porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. 

Pois vocês não receberam um espírito que os escravize para novamente temer, mas receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual clamamos: "Aba, Pai". 

O próprio Espírito testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus. 

Se somos filhos, então somos herdeiros; herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo, se de fato participamos dos seus sofrimentos, para que também participemos da sua glória. 

Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada. 

A natureza criada aguarda, com grande expectativa, que os filhos de Deus sejam revelados. 
Pois ela foi submetida à futilidade, não pela sua própria escolha, mas por causa da vontade daquele que a sujeitou, na esperança 
de que a própria natureza criada será libertada da escravidão da decadência em que se encontra para a gloriosa liberdade dos filhos de Deus. 
Sabemos que toda a natureza criada geme até agora, como em dores de parto. 
E não só isso, mas nós mesmos, que temos os primeiros frutos do Espírito, gememos interiormente, esperando ansiosamente nossa adoção como filhos, a redenção do nosso corpo. 
Pois nessa esperança fomos salvos. Mas, esperança que se vê não é esperança. Quem espera por aquilo que está vendo? 
Mas se esperamos o que ainda não vemos, aguardamo-lo pacientemente. 
Da mesma forma o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza, pois não sabemos como orar, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. 
E aquele que sonda os corações conhece a intenção do Espírito, porque o Espírito intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus. 
Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito. 
Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. 
E aos que predestinou, também chamou; aos que chamou, também justificou; aos que justificou, também glorificou. 

Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? 

Aquele que não poupou a seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas? 

Quem fará alguma acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. 

Quem os condenará? Foi Cristo Jesus que morreu; e mais, que ressuscitou e está à direita de Deus, e também intercede por nós. 

Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? 
Como está escrito: "Por amor de ti enfrentamos a morte todos os dias; somos considerados como ovelhas destinadas ao matadouro". 
Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. 
Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, 
nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor." 

Que a paz do Senhor Jesus esteja convosco!!!

AMÉM.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Querida, rompe a multidão!

Assim como aquela mulher do fluxo de sangue, rompa a multidão...



A mulher sem nome


Há muito tempo atrás, existiu uma mulher dona de uma história emocionante e singular. Vejamos por que essa mulher tornou-se um exemplo de superação, de força, de perseverança e de esperança. Em primeiro lugar, ela era MULHER, não que isto seja algum problema, não seria para mim e nem para você, mas quero lhe dizer como vivia uma mulher naquela época.

Na época em que viveu o nosso Jesus, as mulheres eram tratadas severamente, não se sabe a razão para tanta hostilidade, tomamos como exemplo o referido fato: O fluxo de Sangue.

Sabemos que, todos os meses, normalmente a mulher passa pelo período menstrual, e durante esse período comum e corriqueiro, ela era obrigada a ficar sozinha e longe de parentes e amigos, de toda a sociedade. Mas, o que poderia se fazer a uma mulher que sofria de uma hemorragia a 12 anos? Será mesmo que essa norma se aplicaria em uma pessoa com tal doença? A resposta é sim. Até mesmo outros doentes como leprosos, também eram exilados e considerados impuros.

A Bíblia não nos diz o nome dela.

Sabemos o nome de reis, de discípulos, de governantes, de sacerdotes. Mas aquela mulher, cuja dor atravessou doze anos, permanece anônima.

Ela entra na história apenas como “a mulher que tinha um fluxo de sangue”.

Na sociedade em que viveu, isso não era apenas um problema físico. Era também uma condenação social e religiosa. A lei ritual da época considerava o fluxo de sangue uma condição de impureza. Isso significava que aquela mulher era vista como alguém que contaminava tudo o que tocava.

Ela não podia participar plenamente da vida comunitária.
Não podia viver a religião como os outros.
Não podia se aproximar livremente das pessoas.

Na prática, sua condição a empurrava para uma vida de isolamento.

O texto bíblico diz que ela sofria havia doze anos. Doze anos não são apenas um período médico. São anos de solidão, vergonha e desgaste. Ela havia procurado médicos, gastado tudo o que tinha e, ainda assim, continuava doente.

Mas talvez o sofrimento maior não fosse apenas o corpo.
Era a forma como a sociedade olhava para ela.

Porque rotular alguém como impuro também é uma forma de poder. É uma forma de controlar corpos e de definir quem pertence e quem deve ficar à margem.

Dizer que alguém é impuro não apenas descreve uma condição.
Isso organiza a exclusão.

Mantê-la afastada era conveniente.
Mantê-la invisível era eficaz.

Se ela permanecesse distante, ninguém precisaria confrontar sua dor.

 "Quando uma mulher tiver fluxo de sangue que sai do corpo, a impureza da sua mens­truação durará sete dias, e quem nela tocar ficará impuro até a tarde."
Levítico 15:19 
"Ou, quando tocar a imundícia de um homem, seja qualquer que for a sua imundícia, com que se faça imundo, e lhe for oculto, e o souber depois, será culpado"
Levítico 5:3 
Nota-se que, a mulher seria imensamente corajosa para sair de sua condenação perpétua. Coragem essa decorrente do fato de que além de estar com o fluxo de sangue, e por isso ter que estar afastada e ainda ser considerada imunda, ainda subsistia o fato de que ela tocaria ou apenas se aproximaria de alguém a sair de seu confinamento. Então vemos aí inicialmente duas situações impeditivas/proibitivas para ela, que a poderia ter levado a morte. A) Ela estava com o fluxo de sangue, deveria se excluir da sociedade (Lv 15:19); B) Ela poderia, ao sair se aproximar de alguém, assim sendo tornaria "imundo" assim como ela quem a tocasse. (Lv 5:3)
Vemos a condição inicial da mulher do fluxo de sangue. Condição de pessoa discriminada, que inferiorizava a mulher e a subjugava. Sem nenhum conhecimento, nem argumentos. Apenas por mero preconceito.

Preconceito, sim, tomamos como exemplo da condição feminina, uma outra mulher, esta era protagonista de uma das mais belas história de Jesus: A mulher samaritana (João 4:1–42).
Jesus não estava preocupado com os ditames preconceituosos de sua época. Ele veio pregar o amor, e veio para romper com preconceitos que limitavam Deus à apenas algumas pessoas. As mulheres ficavam à margem, mas Jesus sempre com amor, acolheu as mais carentes com frases de fraternidade, carinho e sobretudo o amor.
O judeus e os samaritanos se odiavam. Jesus era judeu e encontrou uma mulher samaritana, que além de sofrer preconceito pelos judeus, sofria preconceito por sua condição de mulher, e moralmente, visto que as própria mulheres de sua comunidade a excluíam e ela mesma sentia necessidade em estar longe, era considerada pecadora.

Quando ela encontrou Jesus, estava no poço para pegar água, não era uma hora propícia a este feito, as outras mulheres preferiam naquela hora estar em suas casas, então por isso a mulher sabia que não encontraria ninguém da sociedade, pois pegar água, assim como todos os afazeres domésticos eram exclusividade da mulher, portanto nem mulheres e muito menos homens ela iria encontrar.  
Diferentemente do que planejou, ela encontrou um judeu: Jesus. Não sabia ela que este, não fazia acepção de pessoas e nem tampouco descriminava. Ele a surpreendeu, tratando-a gentilmente, oferecendo a água da fonte da vida. Ofereceu o perdão e a vida eterna.

Assim podemos entender que Jesus jamais descriminaria ninguém por qualquer que seja suas diferenças. Ao falar com a mulher samaritana, Jesus correu risco de reprovação por parte dos judeus. Mas, ele não se importou, a alma daquela mulher era extremamente mais importante.

No tocante ao fato da mulher do fluxo de sangue, vemos que a mulher também se arriscou a sofrer essa rejeição por parte de Jesus. Mas, de alguma forma, não evidenciada na bíblia, ela sentiu o amor que Jesus propagava. Ela vivia isolada, não saberia ao certo muitas coisas de sua sociedade mas avistou a multidão e sabia que àquele seria seu último gesto de esperança e fé, ou sairia curada ou condenada a morte. Ela considerou em seu coração que bastava tocar na orla das vestes de Jesus que seria curada.
A fragilidade em que esta mulher se encontrava era outro fator impeditivo, para ela mesma, pois ela padecia dessa enfermidade a muito tempo. Enfrentou todo tipo de possibilidade de curas, mas jamais seria curada, visto que a medicina naquela época era regida por ervas e outros conhecimentos ineficazes, a prática da medicina era impossibilitada pelo fato de não ser possível o estudo em cadáveres, de acordo com a lei. A mulher do fluxo de sangue estava fraca, debilitada, fisicamente e psicologicamente.
Passamos ao texto bíblico que narra a história de nossa mulher corajosa.


“E foi com ele, e seguia-o uma grande multidão, que o apertava. E certa mulher que, havia doze anos, tinha um fluxo de sangue, e que havia padecido muito com muitos médicos, e despendido tudo quanto tinha, nada lhe aproveitando isso, antes indo a pior; Ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou na sua veste. Porque dizia: - Se tão-somente tocar nas suas vestes, sararei. E logo se lhe secou a fonte do seu sangue; e sentiu no seu corpo estar já curada daquele mal. E logo Jesus, conhecendo que a virtude de si mesmo saíra, voltou-se para a multidão, e disse: Quem tocou nas minhas vestes? E disseram-lhe os seus discípulos: Vês que a multidão te aperta, e dizes: Quem me tocou? E ele olhava em redor, para ver a que isto fizera. Então a mulher, que sabia o que lhe tinha acontecido, temendo e tremendo, aproximou-se, e prostrou-se diante dele, e disse-lhe toda a verdade. E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste teu mal”

 ( Mc 5:24 -34)

 Quero que perceba que antes mesmo de chegar a multidão que apertava Jesus, a mulher do fluxo de sangue teve que romper com muitos outros fatores, elas também faziam parte dessa multidão.
Listaremos aqui alguns dos elementos participantes dessa multidão que a separava de seu milagre.

A) A Lei que determinava a todas as mulheres que permanecessem afastadas da sociedade até o fim do período menstrual. Ela poderia não encontrar ninguém, e mesmo assim se saísse de sua condenação, já cometeria um grande erro contra a norma posta. - "Quando uma mulher tiver fluxo de sangue que sai do corpo, a impureza da sua mens­truação durará sete dias, e quem nela tocar ficará impuro até a tarde." Levítico 15:19 Ela precisaria de CORAGEM.

B) A sua fragilidade, devido a doença. Característica da própria hemorragia, deixar a pessoa debilitada. E a multidão de pessoas que cercava Jesus, era uma multidão de milhares de pessoas. Não centenas, mas milhares. Ela precisaria de FORÇA.

C) A barreira do medo. O medo da rejeição de Jesus ao saber que ela o teria tocado naquelas condições. O medo da repressão da sociedade. Mas, ela já estava morrendo, tocar em Jesus era a única e última esperança. E ela precisava de exatamente isso, de ESPERANÇA.

D) Ela mesma era uma barreira. Poderia a qualquer momento desistir e se colocar no seu lugar de subjugada. E assim anularia todos os itens anteriores e voltava a dedicar todos os seus dias a sua enfermidade e assim estava sentenciado a si mesma. Ela precisava de DETERMINAÇÃO e PERSEVERANÇA.

E) A condição que lhe foi imposta. O rótulo de "imunda" perante aquela sociedade. Ela poderia ter pensado: "Não sou digna de me aproximar dessas pessoas. Sou imunda!". O seu psicológico estava afetado e havia se tornado uma barreira contra ela. Ela precisava de ÂNIMO.

F) Se infringisse o item "A", ainda havia mais uma barreira que se relacionava com este item. Se ela tocasse em alguém, deixaria a pessoa imunda assim como ela. Então como passaria pela multidão? Sem prejudicar ninguém? Ela precisaria de FÉ.

Aquela mulher uniu CORAGEM, FORÇA, ESPERANÇA, DETERMINAÇÃO, PERSEVERANÇA, ÂNIMO e  FÉ. Rompeu a multidão de preconceitos, normas discriminadoras que destroem a condição da pessoa humana sem nenhum fim social, rompeu com seu medos, com sua dor, com sua fragilidade e com sua condição de inferiorizada. Ela passou por cima de rótulos, sabendo que aquele nome "imunda" não lhe pertencia. Ela rompeu com que ela era antes A MULHER DO FLUXO DE SANGUE, e passou a ser a mulher que tocou em Jesus.

"Quem me tocou? E ele olhava em redor, para ver a que isto fizera. Então a mulher, que sabia o que lhe tinha acontecido, temendo e tremendo, aproximou-se, e prostrou-se diante dele, e disse-lhe toda a verdade. E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste teu mal”

Quando a exclusão vira violência

Por isso, a história dessa mulher não é apenas sobre doença.
Ela também é sobre violência social.

Nem toda violência deixa marcas visíveis.
Algumas são construídas lentamente, por normas, discursos e expectativas.

Quando uma pessoa é constantemente lembrada de que não pertence, de que é impura, de que deve ficar afastada, algo dentro dela começa a ser ferido.

É possível que, depois de tantos anos, aquela mulher tivesse começado a acreditar nisso.
Que sua presença realmente era um problema.
Que seu corpo era vergonhoso.
Que sua existência deveria permanecer escondida.

Essa é uma das formas mais profundas de violência:
quando alguém é levado a acreditar que sua própria dignidade é menor.


Mulheres que ainda vivem à margem

Por isso, essa história continua sendo tão atual.

Muitas mulheres, ainda hoje, vivem formas semelhantes de exclusão e violência. Algumas são silenciadas dentro de suas próprias casas. Outras são ensinadas desde cedo a aceitar relações abusivas, culpa excessiva ou vergonha sobre seus próprios corpos.

E, em alguns contextos religiosos, a dor pode se tornar ainda mais silenciosa.

Existem mulheres que sofrem violência doméstica e têm medo de falar.
Mulheres que são culpabilizadas por agressões que sofreram.
Mulheres que aprendem que precisam suportar em silêncio para parecerem “boas cristãs”.

A fé que deveria proteger acaba sendo usada, às vezes, para manter o silêncio.

Assim como aquela mulher foi mantida à distância, muitas mulheres hoje ainda são empurradas para a margem,emocional, social ou espiritual.

O gesto que rompe o sistema

Mas então acontece algo extraordinário na história.

Aquela mulher decide atravessar a multidão.

Ela faz algo que, pelas regras sociais da época, não deveria fazer. Aproxima-se e toca a roupa de Jesus Cristo.

Esse gesto é pequeno, quase invisível para quem observa de fora.
Mas, na verdade, ele rompe uma estrutura inteira de exclusão.

Porque alguém que passou anos sendo afastada decide, finalmente, se aproximar.

E o que acontece depois é ainda mais radical.

Jesus não a repreende.
Não a acusa.
Não a manda voltar para longe.

Ele para.

Ele pergunta quem o tocou.

E, quando ela aparece, tremendo, ele não a chama de impura. Não a reduz à sua doença.

Ele a chama de “filha”.

Em uma única palavra, ele devolve aquilo que a sociedade havia tirado dela: pertencimento.

O que essa história ainda nos diz

A mulher do fluxo de sangue não tinha nome registrado.
Mas sua história atravessou séculos.

Talvez porque ela represente tantas pessoas que foram empurradas para o silêncio.

Mulheres que foram ensinadas a se esconder.
Mulheres que foram tratadas como problema.
Mulheres que foram convencidas de que sua dor deveria permanecer invisível.

Mas o evangelho nos mostra algo diferente.

Ele mostra que Deus não reforça sistemas que humilham.
Ele interrompe esses sistemas.

E talvez seja exatamente isso que essa história continue dizendo hoje:

Nenhuma mulher foi criada para viver na margem.
Nenhuma dor deveria ser escondida para proteger aparências.
Nenhuma violência deveria ser silenciada em nome da religião.

A mulher sem nome tocou o manto e foi vista.

E, desde então, sua história continua lembrando ao mundo que a fé verdadeira não empurra pessoas para fora, ela as chama de volta para a dignidade.

  

Essa mulher não deixou seu nome na história. Ela deixou de ser conhecida como a mulher do fluxo de sangue, para ser a mulher que rompeu a multidão.

Quero deixar uma mensagem para todas as queridas mulheres do mundo. Rogo por todas vocês que tenham CORAGEM, FORÇA, ESPERANÇA, DETERMINAÇÃO, PERSEVERANÇA, ÂNIMO e  FÉ, sempre para romper com a multidão que te impede de ver a face de Jesus, que te impede de ver o seu milagre chegar. Saiba que você não está só, tem um Deus que te olha e te ver com amor e cuidado. Chame por Ele quando quiser.

Seja qual for a condição que lhe foi imposta, rompa com essas barreiras em prol de sua liberdade. Pois, não existe nada melhor do que viver e ser mulher, e sempre estar cada vez mais MULHER.
Beijos e abraços calorosos. E que a paz esteja com você! =)
Ilana D. M. Cunha Lima
Eu sou contra a violência em qualquer que sejam as suas formas...

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quinta-feira, 2 de abril de 2015

Qual é a pior morte? Espiritual ou Material?





Não responda tão rápido! Eu até saberia qual seria a sua resposta, porque bem sabemos o que deveríamos responder. Mas, antes que responda, vejamos alguns aspectos que demonstraram que sua resposta não seria aquilo que realmente pensas. 


A morte espiritual de fato é aquilo que nós cristãos deveríamos temer. e rapidamente defendemos e declaramos que tememos esse fato. Todavia, não sentimos verdadeiramente medo da morte espiritual. O que é um erro. Vou dizer o porquê...


Morte Material


A dor que sentimos ao perder algum ente querido tem a força de fazer com que tudo que já vivemos, o que estamos vivendo e o que poderíamos viver perder completamente o sentido, torna-se sem importância nos faz morrer lentamente, espiritualmente e materialmente. Perdemos a vontade, a razão e o prazer de existir. E nada, absolutamente nada, nos traz de volta a alegria de viver. E isso é totalmente compreendido. O sentimento é o que nos liga àquela pessoa que partiu, o amor, a amizade.
Esse tipo de morte é sem dúvida dolorosa e cruel ao nossos olhos egoístas, quando pensamos que queríamos a qualquer custo aquela pessoa ao nosso lado, ainda que sabemos o lugar gracioso e maravilhosamente divino em que ela se encontra. O amor e a saudade que sentimos, torna tudo aceitável e podemos nos tornar um pouco mais egoístas, e ignoramos o fato daquela pessoa estar tão bem sem nós, e nos aqui sentimos tanta sua falta. 

E quando estamos cara a cara com a nossa morte? Quando por um instante tão curto e tão decisivo vemos que quase íamos embora? A saudade e a tristeza de ter perdido alguém, para que o sente, quase vai embora. Para todos os outros, o que se sente naquele momento é: Foi por pouco! escapei com vida! Graças a Deus que me livrou! 

Nota-se como é importante a nossa existência aqui na terra. E tudo volta a ter valor novamente. O valor que atribuímos a nossa vida material. O medo da morte, e o medo da perda, nos mostra o

quanto amamos a nossa existência material. E o quanto nos preocupamos em nos eternizarmos, da forma errada vale salientar, pois é o mais certo que existe: Não somos eternos, materialmente.

"Pois tu és pó, e ao pó tornarás." Gênesis 3:19

“Nu deixei o ventre de minha mãe, e nu partirei da terra." Jó 1:21

"Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor." Romanos 6:23

Isso não apenas algo bíblico pregado por nós cristãos. Em lugares que possuem a média de vida alta, as pessoas no máximo vivem até os cem anos. Lugares como a Costa Rica, Austrália, Japão têm uma excelente média de expectativa de vida. Porém, mesmo assim é mera expectativa, uma esperança de viver nessa terra o maior tempo que conseguir. A questão é que, se vivermos muito ou pouco mesmo assim vamos morrer. E essa é a única certeza dessa vida.

E quanto ao lugar para onde vamos? 

A bíblia nos afirma que o fim não é a morte:

"Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo." Hebreus 9:27

Daí surge a importância de nos preocuparmos para onde iremos quando partimos. Para um lugar onde não haverá mais dor, nem tristeza, nem morte? 

“Não haverá luto, nem pranto, nem dor” Apocalipse 21:4

Não importa a qual religião pertencemos, o que importa é saber que esse lugar esta destinado àquele que estar com o coração voltado a Deus, através de Jesus Cristo. Aquele que nos prometeu um bom lugar para viver eternamente.

Nisto posto, quero dizer que não estou desmerecendo o luto e a dor de ninguém, sei especialmente como é passar por isso. E ainda não me recuperei. Coloco-me na situação que descrevi agora a pouco, e compartilho com vocês minhas indagações e preocupação a respeito do tema. Desfruto do mesmo dilema em que vocês podem se encontrar. 

Findando-se a discussão sobre a morte material. Sabemos que este assunto tem muito a se discutir, porém nesse momento quero apenas citar, e já citei, apenas alguns que, a meu ver, mais pode corroborar com a nossa temática.

Morte Espiritual


Com base no que vimos sobre a morte material, podemos chegar a conclusão de que é tranquilamente perceptível a morte material. Porém, a morte espiritual é mais cruel e ainda assim, não tem tanta importância em nosso meio. Pelo fato de estarmos tão preocupados com nossas vidas terrenas.

Sendo assim, quase nunca estamos atentos ao fato de que muitas pessoas que nos rodeiam estão morrendo espiritualmente. Muitas, ainda cantam louvores, ainda frequentam cultos e templos, mas, estão morrendo espiritualmente.

Muitas vezes, nem elas mesmo sabem disso. Pode ter acontecido comigo ou com você, e não nos atentamos aos sinais que a morte estava chegando. Como já disse, se fosse a morte em sentido material saberíamos que escapamos ou que ela esteve um pouco perto demais. Porém, se tratando da morte espiritual, essa sim é mais terrível, quase não se pode notar a sua presença.

Quando alguém morre espiritualmente, poucos ou quase ninguém chora, sente dor ou sofre por ter perdido aquela alma. 

As pessoas pouco se importa, pois A MORTE ESPIRITUAL, ATINGE APENAS AO QUE MORRE. O morto está ao seu lado, você não sentirá a sua falta. Mas, espiritualmente ele já morreu.

Não falo apenas de APOSTASIA, que como todos sabem, seria o esfriamento da fé, o abandono dos princípios bíblicos e de todo o conhecimento adquirido durante o período em que mantinha firme suas crenças. Falo também de deixar morrer a esperança, a alegria, a força espiritual, a fé, e sobretudo o amor.



"Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine.





Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor."

 1 Coríntios 13:1 e 13.


A morte espiritual é totalmente oposta ao AVIVAMENTO ESPIRITUAL. Este que, não está ligado apenas ao fato de se falar em línguas, nem apenas ao fato de profetizar. uma vez que, uma pessoa que possui todos os dons espirituais, desde falar em línguas a profetizar, essa pessoa pode estar morrendo espiritualmente e não sabe, pois como diz na primeira epístola de coríntios capítulo 13, se não houver amor em nada se aproveita, e a falta de amor é sinal de morte espiritual. 

A palavra avivamento, que possui o sufixo 'a' indica que a palavra é derivada de outra, e tal sufixo dá a nós o significado de avivamento, que seria tornar mais vivo o que já se encontra vivo, ou seja avivar. Pode parecer desnecessária toda essa explicação. Ela se faz importante para nos trazer o verdadeiro significado do que seria avivamento espiritual.

O verdadeiro avivamento abrange muitas áreas da vida de um cristão. é exatamente a forma de viver, e estar ligada ao retorno aos ensinamentos de Jesus Cristo. É o evangelizar, e viver o verdadeiro evangelho.

Uma pessoa avivada tem ama, como Jesus ensinou. Ela poderá perceber alguém que está morrendo espiritualmente. Daí a importância de nos avivarmos, mas isso é assunto para um outro momento.

A bíblia nos garante a promessa que Jesus nos fez, a de estarmos com ele no paraíso, em outro momento, quando ele nos chamar. A promessa não foi dada apenas àquele homem, mas a todos que seguirem a Jesus. 


“Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso” Lucas 23:43



Ele nos garantiu que voltaria, ele foi até o Pai, mas ele voltará. Não sabemos que dia é esse "hoje mesmo" para nós, nem no texto literal da bíblia nem quando aplicamos a palavra a nós. Mas sabemos do que Jesus nos disse:

"
Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.
Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.
E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.
Mesmo vós sabeis para onde vou, e conheceis o caminho.
Disse-lhe Tomé: Senhor, nós não sabemos para onde vais; e como podemos saber o caminho?
Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto.
Disse-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta.
Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?
Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras.
Crede-me que estou no Pai, e o Pai em mim; crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras.
Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.
E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.
Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.
Se me amais, guardai os meus mandamentos.
E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;
O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.
Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.
Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis; porque eu vivo, e vós vivereis.
Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós.
Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.
Disse-lhe Judas (não o Iscariotes): Senhor, de onde vem que te hás de manifestar a nós, e não ao mundo?
Jesus respondeu, e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada.
Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou.
Tenho-vos dito isto, estando convosco.
Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.
Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. "

João 14:1-27

Ele, ainda nos disse algo mais, que mesmo que estejamos mortos tanto espiritualmente, pois podemos passar isso diversas vezes e clamar por ele e ele nos ajudará a RESSUSCITAR. Como também quando estivermos mortos materialmente, pois nada interfere nos planos de Deus, Ele tem todo poder e o controle da vida.

"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;

E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?" João 11:25-26

Ainda que estejamos mortos, Deus tem a solução. Contudo preocupe-se com sua vida espiritual, com avida espiritual de sua família. Cuide da criação e educação de seus filhos e de quem estiver próximo a você, estejais atentos aos sinais de fraqueza e de morte espirituais. 

Os pais não são garantidores apenas da segurança e alimentação dos filhos, mas devem estar atentos a vida espiritual deles. Os pais não devem só cuidar de suas vidas espirituais e nem somente das dos outros, se trabalharem para Deus, como pastores, mas devem cuidar em primeiro lugar da vida espiritual de seus filhos.

Por isso, fique atento a qualquer sinal de fraqueza espiritual. Clame por fora a Deus, peça para que Ele venha lhe ressuscitar, como no vale de ossos secos da visão de Ezequiel. 

Acredito que no inicio, quando perguntei qual era a pior morte, você deve ter respondido: A MORTE ESPIRITUAL. Sem pensar duas vezes. Na verdade, temos mais a morte material, do que a espiritual, diante das evidências que expus. O nosso coração pensa uma coisa e falamos outra, falamos o que achamos ser o correto mas tememos a morte, e a ausência de quem amamos, e negligenciamos nossa vida espiritual. Responsa corretamente, mas viva isso! Vamos viver isso!


Devemos viver o que consta no Salmo 23, e se deleitar no Senhor e Ele o mais Ele fará como consta em Salmo 37.


"Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo..." Salmos 23:4


"Deleita-te também no Senhor, e te concederá os desejos do teu coração." Salmos 37:4


Finalizamos concluído que Deus nos adverte quando o perigo da morte espiritual, e para encerrar, citarei um trecho de Deus às sete igrejas da Ásia.

"E ao anjo da igreja que está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto.Sê vigilante, e confirma os restantes, que estavam para morrer; porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus.
Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. E, se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei.
Mas também tens em Sardes algumas poucas pessoas que não contaminaram suas vestes, e comigo andarão de branco; porquanto são dignas disso.
O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas."

Apocalipse 3:1-6


Ilana D. M. Cunha Lima
Escritora